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SAM na Nuvem – Estão preparados?

SAM na Nuvem – Estão preparados?

Ao longo dos últimos anos, tem sido cada vez mais frequente o movimento dos fabricantes de software do modelo tradicional “on-premises”, para o modelo “Cloud Services”, principalmente nas categorias Software as a Service (SaaS), Infrastructure as a Service (IaaS), Business Process as a Services (BPaaS) e Platform as a Service (PaaS). Esses modelos se tornaram predominante entre os fabricantes e todos estão investindo intensamente no desenvolvimento e consumo por parte dos clientes.

Segundo o Gartner, o mercado mundial de serviços em nuvem pública deve crescer 17,3% em 2019, totalizando US$ 216,2 bilhões. SaaS continua sendo a categoria que mais movimenta o mercado e a previsão é que, até 2021, o volume de assinaturas em SaaS movimente US$ 113,1 bilhões, ou seja, 40,6% do mercado total previsto para o período.

Com essa crescente mudança e embalado por uma série de incentivos e facilidades que os fabricantes disponibilizam para acelerar o processo de transição dos clientes, é importante estar atento às regras de uso e consumo para não ter surpresas indesejadas.

Falando sobre regras de uso, de forma geral, para softwares destinados a “usuários finais”, os fabricantes trabalham com o modelo de assinatura baseado em usuário nomeado. Isso não significa que os fabricantes restringiram o acesso dos seus softwares apenas aos usuários que possuem assinatura e com isso deixará de existir inconformidades, muito pelo contrário, o cliente precisa estar atento aos novos métodos, regras, políticas e exceções existentes. Abaixo, abordaremos 4 cuidados que devem ser tomados para não se expor a riscos que não foram previstos na fase de planejamento da migração do ambiente.

1. Pacote de instalação, versão e edição

Por se tratar de assinatura baseada em usuário, um dos benefícios é sempre estar atualizado, porém é importante perceber que essas assinaturas possuem suas características, e quando permitem instalações no computador, não significa que é possível utilizar versões e edições anteriores ou mídias de instalação diferentes daquelas que são disponibilizadas pela assinatura.

2. Compartilhamento de assinatura

As assinaturas por usuário se destinam a um único individuo específico, e embora existam alguns controles para impedir o compartilhamento e acesso simultâneo de usuários diferentes a uma única subscrição o que tecnicamente é possível que aconteça. Dessa forma, é importante entender, para cada fabricante, o conceito de “Usuário Nomeado” e estar atento a essas regras, pois em alguns casos, com uma única assinatura, é possível instalar o software em vários computadores e ativar a instalação para que outros usuários utilizem.

3. Tipo de usuário que a subscrição se destina

Em geral, os fabricantes possuem regras e preços de acordo com o tipo do público. Alguns disponibilizam softwares de forma freeware para uso doméstico ou estudantil e pago para o mercado privado, já outros, disponibilizam edições específicas para cada tipo de público. Sendo assim, é importante analisar e verificar se as assinaturas e softwares instalados realmente se destinam ao tipo de público que está consumindo.

4. Pré-requisitos

Alguns softwares podem exigir pré-requisitos para que seja possível utilizar a subscrição e/ou instalação. Em alguns casos o usuário precisa ser qualificado de acordo com as definições do fabricante, em outros casos são necessárias licenças pré-existentes para utilizar determinada instalação, etc.

Esses foram apenas 4 pontos de atenção que, independente da assinatura ser baseada em usuário nomeado, é possível estar fora de conformidade e por isso requer atenção, principalmente neste momento em que as empresas estão nesse movimento acelerado de migração do modelo tradicional para cloud.

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