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5 pontos de atenção ao escolher um sistema de gestão para o varejo

5 pontos de atenção ao escolher um sistema de gestão para o varejo

Falta de informações sobre clientes, vendas e despesas, dificuldades para acompanhar o desenvolvimento tecnológico, problemas de integração entre as lojas física e online, e dúvidas sobre como obter licenças de software. Essas são algumas dores compartilhadas por quem busca um sistema de gestão para varejo.

A expectativa, portanto, é de que o software consiga lidar com essas questões. No entanto, para que isso aconteça, precisamos entender quais são as nossas necessidades e buscar uma solução capaz de atingi-las. Até porque, com margens tão restritas como no varejo, as escolhas devem ser certeiras para não prejudicar a saúde do negócio.

Neste conteúdo, reunimos 6 pontos que devem compor a sua lista de prioridades ao escolher um sistema de gestão para varejo. Além disso, explicamos por que os investimentos em serviços na nuvem são essenciais, em termos de economia, competitividade e organização. Não deixe de conferir!

 

Preste atenção a essas 5 questões antes de escolher o sistema de gestão para varejo

1. Aderência do sistema

O ponto de partida é entender o gap entre o que a empresa necessita e os recursos oferecidos pelo sistema. Perceba que, se eles faltarem, haverá prejuízos à competitividade, gestão de informações, escalabilidade e geração de receitas.

Por outro lado, se as ferramentas forem excessivas, o negócio pagará por itens não utilizados, tornando a gestão menos eficaz em relação aos custos. Além disso, a tomada de decisão deve considerar a capacidade de personalizar o serviço, ou seja, a margem para desenhar um mix de soluções mais próximo da realidade da sua organização.

Igualmente, a flexibilidade deve ser um critério, pois crises, oportunidades, campanhas de marketing, sazonalidade e imprevistos podem mudar a demanda do varejista. Se a sua empresa não conta com o conhecimento necessário para fazer essa análise, busque um parceiro que possa te ajudar

O trabalho de análise das necessidades do negócio envolve entender que recursos a organização precisa ter em dentro dela, de acordo com a estratégia e as características do negócio. Logo, é um ponto que merece cuidado.

Uma parte da contribuição será o benchmarking. A experiência vivida em outras organizações é uma ótima base de aconselhamento e suporte aos varejistas.

 

2. Adequação à legislação

A adequação também deve abranger as normas legais, especialmente as de segurança da informação e a Lei geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Procure um sistema de gestão para varejo que tenha a conformidade por padrão, bem como um parceiro que faça o gerenciamento das questões legais.

Assim, você deixará essa preocupação para quem tem o conhecimento para implementar as mudanças. Lembre-se de que o objetivo de adquirir uma solução terceirizada é justamente não precisar transformar o seu varejo em uma empresa de tecnologia.

O ideal é privilegiar o pensamento sistêmico, em que cada stakeholder entrega valor em sua área de competência, mantendo-se focado no core business (negócio principal), de onde sairão os recursos para que todos fiquem satisfeitos com a relação.

 

3. Estrutura do sistema de gestão para varejo

Já a estrutura do sistema de gestão para varejo deve prezar pela integração. O software instalado nas máquinas da empresa e a nuvem devem funcionar como um único centro de operações, compartilhando informações de gestão, atendimento, comunicação, dados de clientes etc.

Um exemplo prático é a compra realizada online e retirada no estabelecimento físico. O cliente espera ser rapidamente atendido, e os vendedores sabem rapidamente o que foi comprado e possibilitam a retirada sem burocracia. Ademais, outros recursos, como ferramentas de suporte, controle de pedidos, emissão de notas fiscais e pós-venda, devem estar integrados.

A ideia é que o cliente possa comprar ou buscar o atendimento da maneira em que, do ponto de vista dele, haja a maior conveniência, confiança, agilidade etc. Por isso, o software deve centralizar as etapas e canais de comunicação, dando a flexibilidade para oferecer uma boa experiência, vendo o cliente como uma pessoa única, nos meios físico e eletrônico.

 

4. Benefícios para tomada de decisão

A capacidade de fornecer dados estruturados é outro item a ser considerado para escolher o sistema de gestão para varejo. Resumidamente, para tomar decisões, desenhar estratégias e planejar os próximos passos da empresa, não importa o volume de informações, mas a qualidade.

Ou seja, enxergar padrões e tendências que ajudem a identificar problemas, oportunidades e soluções. No varejo, a qualidade das informações afeta pontos sensíveis, como a capacidade de personalizar a experiência do cliente, a gestão do estoque, a definição de prioridades entre os produtos, a elaboração de estratégias de marketing e vendas, entre outros.

Também é preciso ficar atento ao conhecimento necessário para tirar o máximo de valor dos recursos. Por exemplo, imagine que os seus clientes passem a ser identificados com base no Wi-Fi da loja — do que adianta essa informação se a empresa não souber o que fazer com ela?

 

5. Possibilidade de negociação

Outra preocupação é a capacidade de negociar com os fabricantes de software. Em primeiro lugar, embora existam inúmeros bons serviços, especialmente na computação em nuvem, como Microsoft Azure, Google Cloud Platform e Amazon Web Services (AWS), os recursos oferecidos não são exatamente iguais.

A aquisição, portanto, requer avaliação de custo-benefício. Em que medida as soluções atendem à necessidade da empresa e quanto é razoável dispor para contar com os recursos?

Aqui, o parceiro responsável pelo licenciamento deve ser eficiente em mediar os interesses com o fabricante do software, a fim de chegar a um sistema de gestão tão customizado quanto possível. O papel abrangerá, ainda, o auxílio para realizar a migração para nuvem.

A transição funciona como uma jornada em que é preciso compreender o que é possível e o que não é possível migrar, bem como o custo-benefício de realizar cada operação. Por exemplo, em algumas situações, pode ser mais interessante descartar uma ferramenta que não está funcionando.

 

Conheça os benefícios de um sistema de gestão na nuvem

De todas as soluções possíveis, as relacionadas à computação em nuvem são as que geram os maiores ganhos em relação à economia, competitividade e organização. Na prática, podemos apontar três benefícios desse modelo para os varejistas.

 

Flexibilidade do serviço

A nuvem se baseia na ideia das soluções de computação como serviços. Assim, enquanto no passado, para ganhar ou reduzir escala, o varejista teria de ampliar ou diminuir a infraestrutura interna de TI, agora, é possível realizar a simples alteração de pacote de serviços. Logo, a tecnologia acompanha o momento da empresa.

 

Redução de custos

A consequência da computação como serviço também se reflete nas despesas. O varejista não precisa se transformar em uma empresa de tecnologia, economizando recursos com investimentos em estrutura física e desenvolvimento de softwares. Ademais, a flexibilidade reduz a tecnologia ociosa, otimizando os custos.

 

Acesso a atualizações e tendências

Até por competir entre si, as empresas de tecnologia investem pesado em inovação e melhorias. À medida que a nuvem cresce, aumenta a inteligência entregue ao negócio. Assim, tendências como Inteligência Artificial, Big Data, Chatbot, Business Intelligence que, de outra forma, estariam distantes dos varejistas, agora, podem ser mais facilmente incorporadas se fizerem sentido para estratégia de negócios.

Então, se você quer um software capaz de alavancar a empresa, melhorar a experiência do cliente, aumentar e qualificar as vendas, o melhor investimento é o sistema em nuvem. É o caminho para alcançar o máximo de custo-benefício na escolha de soluções para o varejo.

Pra facilitar a reflexão sobre os pontos levantados, elaboramos uma lista de perguntas que resumem as informações do conteúdo. Crie uma pauta e reúna-se com a sua equipe para refletir sobre as seguintes questões:

  • Quais tecnologias precisamos ter dentro de casa para que o negócio alavanque?
  • Precisamos de mais capacidade ou temos o suficiente?
  • O que o fornecedor pode entregar em termos de tecnologia?
  • Qual é o custo-benefício e a margem de negociação?
  • O que precisamos fazer no sistema atual para que seja possível migrar para o ambiente da nuvem?
  • Temos capacidade interna em termos de conhecimento para que possamos fazer essa migração ou temos de contar com um parceiro?
  • Que parceiro oferece o conhecimento e ajudará a fazer esse processo?

Por fim, o papel do parceiro no licenciamento dos softwares é potencializar o retorno do investimento em tecnologia. Em cada uma dessas questões, a empresa especializada entregará a expertise necessária para chegar ao melhor sistema de gestão para varejo, dentro da sua estratégia de negócios.

Licença De Software: Entenda Como Funciona

Quer saber qual é a importância da licença de software? Confira nosso artigo e entenda tudo sobre o assunto

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Autores

Eden Teles

Business Development Manager

Éden Teles, gerente de desenvolvimento de negócio, tem como foco atendimento de grandes contas na área do varejo, com experiência em entender a complexidade e necessidades dos clientes, o principal objetivo, é impulsionar negócios através da TI e o empoderamento dos colaboradores, com grande foco em cloud e sua adoção.

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