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Desconstruindo 6 mitos sobre a alta disponibilidade

Desconstruindo 6 mitos sobre a alta disponibilidade

A implementação de um sistema de alta disponibilidade é cercada por mitos. São equívocos populares que acabam por prejudicar a tomada de decisões. Hoje, vamos acabar com os principais erros relacionados à alta disponibilidade. Confira abaixo!

1. “É necessário hardware idêntico para alta disponibilidade”

Não mais. Embora tenham se acabado os dias da tecnologia “Parallel Sysplex” da IBM – com tolerância a falhas integrada ao firmware do sistema –, e mesmo que ainda hoje as soluções hiper-convergentes precisem de caixas idênticas para oferecer alta disponibilidade (a menos que sejam complementadas por um appliance de software, onde você tem um servidor Windows/Linux virtual ou físico, acesso à rede e armazenamento), você pode oferecer alta disponibilidade com os mesmos RPOs e RTOs em milissegundos, mas de/para hardware não similar.

2. “‘Disponibilidade’ baseada em imagem por bloco é uma opção futura”

Não será e nunca foi. Usar uma ferramenta de backup por imagem em bloco para tirar snapshots de máquinas virtuais a cada 5 minutos consome recursos consideráveis do sistema, exige gastos exponenciais com escalabilidade e só oferece RPO e RTOs em minutos. A replicação por byte em tempo real consegue oferecer otimização com melhor custo-benefício da LAN/WAN e excelente desempenho do sistema para que o failover possa ser automático e realmente imediato.

3. “A alta disponibilidade só é necessária em grandes empresas”

Não nos dias de hoje. Quanto maior a empresa, mais alto será o custo de uma paralisação. Mas do seu ponto de vista, você não quer nenhum minuto de pausa. Em um cenário competitivo, isso pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso, principalmente nas empresas de médio porte, onde os serviços de TI são oferecidos para vários locais e o custo da paralisação é significativo, mesmo que seja por questão de segundos.

4. “A alta disponibilidade do hipervisor é a melhor que se pode obter”

Não é assim. Além de RPOs e RTOs mais longos com tempo de sincronização e recuperação em minutos, a alta disponibilidade em ambientes VMware ou Hyper V é restrita ao seu próprio e não é possível identificar falha no aplicativo externamente. Na verdade, a sincronização e a recuperação de alta disponibilidade dos aplicativos acontecem imediatamente, há compatibilidade com todos os hipervisores, suporte de ambiente virtual para físico e vice-versa e detecção automática de falha de aplicativo.

5. “A alta disponibilidade é cara”

Antes era, agora não é mais. A liberação da alta disponibilidade de hardware idêntico dá flexibilidade ao modo como o provisionamento acontece, simplifica o refresh em hardware redundante e ainda possibilita a redefinição de finalidade dos servidores e armazenamento. A virtualização favorece a queda de custos com nuvens públicas, AWS, Azure e Arcserve Cloud, oferecendo taxas distintas para a ativação com a máquina virtual em operação ou não.

6. “A ferramenta para alta disponibilidade é diferente da de backup”

Não é não. O Arcserve UDP V6 permite que os usuários gerenciem a imagem por arquivo e a ata disponibilidade dos aplicativos usando um mesmo console. Os usuários podem habilitar e desabilitar os recursos de acordo com a prioridade e pagam apenas pelas funcionalidades que utilizam, como demonstrado aqui.

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